Esta aula completa sobre a Escravidão na América Portuguesa oferece um recurso didático profundo, reflexivo e indispensável para professores de História que buscam abordar um dos períodos mais longos, brutais e estruturantes da formação do Brasil. O material inicia desmistificando o período pré-colonial e o escambo, avançando rapidamente para a exploração e a escravização dos povos indígenas (os chamados “negros da terra”). Através de slides esquematizados. Alinhado às competências da BNCC, este pacote facilita a transposição didática para o 7º e 8º ano do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio.

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🎓 7º Ano🎓 8º Ano🎓 1º Ano (Médio)🎓 3º Ano (Médio)
Plano de Aula da Atividade

Plano de Aula: A Escravidão e a Resistência na América Portuguesa

Componente Curricular: História. Séries Aplicáveis: 7º e 8º Ano do Ensino Fundamental e 1ª a 3ª Série do Ensino Médio. Duração Estimada: 3 aulas (50 minutos cada).

2. Habilidades BNCC

  • EF07HI15: Discutir o conceito de escravidão moderna e suas distinções em relação ao escravismo antigo, compreendendo a escravidão indígena e a africana na América portuguesa.

  • EF07HI16: Analisar os mecanismos e as dinâmicas de comércio de escravizados em suas diferentes fases, no Atlântico e no interior da América portuguesa.

  • EF07HI20: Identificar práticas de resistência indígena e africana frente à colonização na América portuguesa, com destaque para os quilombos.

  • EM13CHS601: Identificar e analisar as demandas e os protagonismos políticos, sociais e culturais dos povos indígenas e das populações afrodescendentes no Brasil, compreendendo as relações de poder e as violências estatais e privadas.

3. Objetivos do Conhecimento

  • Compreender o processo inicial de contato e exploração do trabalho indígena (do escambo à escravização).

  • Analisar a lógica mercantilista do Tráfico Negreiro (o comércio triangular) e por que a Coroa Portuguesa incentivou a substituição da mão de obra nativa pela africana.

  • Estudar a estrutura socioeconômica dos Engenhos de Açúcar e a divisão do trabalho na colônia.

  • Identificar as múltiplas formas de Resistência (rebeliões, fugas, corpo mole, abortos, preservação cultural e formação de quilombos).

4. Objetivos Específicos

  • Diferenciar a escravidão por dívida/guerra da Antiguidade da Escravidão Moderna, que transformou seres humanos em mercadoria dentro da lógica capitalista comercial europeia.

  • Explicar o papel da Igreja Católica e dos Jesuítas, que condenavam a escravização indígena, mas endossavam ou toleravam a escravização africana.

  • Avaliar a importância do Quilombo dos Palmares como a maior e mais duradoura experiência de resistência política e territorial contra o sistema escravista na América Latina.

Produzido por:

Gustavo Henrique Farias

Bacharelado e Licenciatura em História